ÁFRICA DO SUL

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A República da África

do Sul governada pelo Presidente Jacob Zuma encontra-se situada no extremo sul do continente africano, banhada de um lado pelo Oceano Atlântico e do outro pelo Oceano Índico. O país faz fronteira com Namíbia, Bostwana, Zimbabwe, Moçambique e Swaziland. O reino de Lesotho situa-se a sudeste do país em território sul africano.

O país é dividido em nove províncias. A África do Sul possui três capitais: Executiva (Tshwane – ex-Pretória ) Legislativa (Cidade do Cabo ) e Judiciária ( Bloemfontein ) É uma vasta área que ocupa cerca de 1.219.090 km quadrados, isto é, 5 vezes maior que a Inglaterra e duas vezes maior que a França. Sua população é de 44,6 milhões, sendo mais de 70% de negros. É o habitat de vários répteis, mamíferos pequenos e, claro, dos famosos big five (elefante, rinoceronte, leão, búfalo e leopardo).

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UM POUCO DA HISTÓRIA DA ÁFRICA DO SUL

Quando as eleições de 1994 foram realizadas, nascia, naquele momento, uma nova África do Sul. Nelson Mandela, líder negro sul-africano que ficou preso por 27 anos  devido ao ideal de acabar com o apartheid, venceu a eleição. Três séculos de soberania dos brancos sobre a maioria negra da população finalmente chegavam ao fim.

Esse novo começo para o país chamado de “Rainbow Nation” ( Nação Arco-Íris )  ou, como diz o Arcebispo Desmond Tutu, primeiro arcebispo negro sul-africano, “Rainbow Children of God” – significava, pela primeira vez, que todas as pessoas da África do Sul, independentemente da cor, credo ou sexo, eram iguais. Em 1997, uma constituição inédita garantiu ao povo esses direitos.

Os 300 anos de história sul-africana que precederam essa dramática reviravolta em direção à liberdade e à democracia explicam como tudo aconteceu. Colonizadores europeus brancos de três países lutaram entre si pelo direito de controlar um território vasto que, na opinião de cada um, pertencia a eles. Na mesma época, tribos negras fizeram o mesmo. E os colonizadores ainda travaram batalhas com as tribos que atravessam seu caminho. Foi nessa época que minas de ouro e diamante foram descobertas. Os negros foram trabalhar nas minas, enquanto os brancos ficavam mais ricos.

Colonização da Região do Cabo

Em 1652, quando a Companhia das Índias holandesa se instalou permanentemente na Cidade do Cabo, a colonização não estava em primeiro plano. O navegador português Bartolomeu Dias tinha dado a volta na região do Cabo e chegado a Mossel Bay em 1488, enquanto outro explorador português, Vasco da Gama, tinha descoberto a rota para a Índia, passando pelo Cabo, em 1497. Como a Cidade do Cabo era um porto conveniente para quem vinha e ia para o ocidente, os holandeses enviaram o comandante Jan van Riebeeck para o local, onde ele se desentendeu com os Khoikhois (chamados de Hottentots pelos holandeses). Ele declarou guerra ao povo Khoikhoi e aprisionou seus líderes em Robben Island, dando início ao período histórico de colonização. Mais tarde, Van Riebeeck estabeleceu que os brancos eram os colonizadores, criando uma colônia de escravos, cuja maioria era de indonésios.

Os primeiros colonizadores brancos levavam suas vidas em pequenas fazendas na Cidade do Cabo, onde se alimentavam de carne e bebiam vinho. As colônias se espalharam pelas montanhas e chegaram rapidamente aos pastos secos do interior. Com isso, aconteceu uma mudança relacionada à percepção que cada grupo tinha de si mesmo: os colonizadores decidiram se diferenciar de seus irmãos da Holanda e se autodenominaram Boers (palavra que significa fazendeiros) ou Afrikaaners (africanos). As mortes começaram a acontecer quandos os “novos” colonizadores decidiram tomar o que bem entendessem, matando os adultos dos grupos Khoikhoi e fazendo de seus filhos serventes domésticos.

Em 1688, os Hughenots, um grupo de 220 protestantes franceses que tentavam escapar da perseguição religiosa, chegaram ao território e introduziram os conhecimentos para o cultivo da uva.

A chegada dos Britânicos

Quando os holandeses fecharam a Companhia das Índias em 1795, as forças inglesas tomaram o controle da região do Cabo. Os britânicos devolveram o poder aos holandeses no breve período de 1803 a 1806, mas depois resolveram tomá-lo novamente. Uma das primeiras iniciativas do governo foi atacar o povo Xhosa, que estava enraizado dentro das áreas dos colonizadores brancos.

Em 1819, para colocar seu selo na região, os britânicos enviaram 4 mil colonizadores, concedendo a eles terras conhecidas como Zuurveld, às margens do rio Great Fish. A vida era cruel e sem perspectivas. Para piorar a situação, eles tiveram que pagar impostos por seus privilégios, o que causou ressentimento em relação ao regime britânico na Cidade do Cabo – o que já havia acontecido com os Boers.

A Batalha de Blood River

Os Boers uniram suas forças sob o comando de Andrius Pretorius, que mais tarde originou o nome da capital da África do Sul, Pretória. Os Zulus foram vencidos na Batalha de Blood River, uma questão que até hoje toca o orgulho nacionalista dos Afrikaaners. Na década de 1930, os historiadores Afrikaaners  reinterpretaram a batalha como um sinal divino de que os descendentes dos Voortrekkers eram pessoas enviadas por Deus que deveriam dominar a África do Sul.

Na colônia britânica de Natal, a segregação racial foi imposta e “reservas nativas” foram estabelecidas, na mesma época em que plantações enormes de cana-de-açúcar foram feitas. A solução para mão-de-obra foi transformar os indianos em escravos, adicionando mais um grupo étnico à turbulenta mistura que já existia na região.

A Descoberta do Ouro e do Diamante

Os diamantes foram encontrados em fazendas da região. O processo de escavação deu origem ao Kimberly Big Hole. Mais de 50 mil pessoas vieram do mundo todo em busca da preciosidade. As condições de vida eram horríveis, mas toda vez que a área parecia estéril, alguém encontrava outra mina vulcânica cheia de diamantes.

A propriedade dos diamantes foi motivo de brigas litigiosas

Século XX

O território sul-africano foi completamente dominado e os Boers e os britânicos conseguiram se conciliar. Em 1910, A União da África do Sul foi proclamada. Durante o século 20, os Afrikaaners voltaram a dominar o país por um curto período, mas a história registra uma impressionante dificuldade político-social vivenciada pelos negros.

Os brancos começaram a se preocupar quando se depararam com a mudança demográfica dos negros: de pequena minoria nos centros urbanos na época da União, os negros passaram a ser maioria em todas as cidades principais por 40 anos. Os negros foram completamente privados dos seus direitos quando foram expulsos dos sindicatos políticos e comerciais. As leis chamadas de Pass Laws controlavam seu movimento, garantindo que os negros não saíssem das fazendas dos brancos. Graças ao conjunto de leis Land Acts, de 1913 e 1936, a maioria dos negros, que continuou vivendo em tribos, também foi proibida de comprar terras fora das reservas.

As eleições de 1943 e 1948 colocaram o Partido Nacional, composto de brancos, no poder. O partido controlou o país até as eleições de 1994.

Com as eleições de 1948, Hendrick Verwoerd e D.F. Malan criaram um mundo novo: o apartheid, ou “separação”. Esta posição política nacional trouxe muitas leis novas. Os negros foram forçados a se sentar em bancos públicos separados, usar entradas de prédios diferentes e ter seus próprios banheiros públicos. No ano seguinte, o decreto Mixed Marriages Act proibiu casamentos entre negros e brancos.

A resistência contra o apartheid culminou nos anos 70, quando Steve Biko, um líder popular do Movimento da Consciência Negra, fez um discurso para estudantes negros e brancos, com a intenção de aumentar o orgulho negro e divulgar o movimento. Biko foi espancado até a morte em uma cela de prisão, mas deixou um legado muito maior do que esperava.

Outro momento horrível da história sul-africana aconteceu em 1976, quando crianças de um colégio em Soweto foram às ruas para protestar contra a imposição de que Afrikaans fosse seu idioma oficial. Centenas de crianças foram mortas por policiais que atiraram, e mais de 600 negros morreram por protestarem contra a chacina.

Nelson Mandela, que na época já estava há nove anos na prisão, tornou-se um herói do movimento, e o Arcebispo Desmond Tutu trabalhou incessantemente por uma solução pacífica. Nos anos 80, violência nas townships já havia se tornado comum. Em 1986, sanções internacionais foram impostas, causando grandes dificuldades econômicas ao país.

A estrada para a liberdade foi finalmente aberta em 1990, quando o presidente F.W. de Klerk fez um discurso significativo diante do parlamento, onde repudiou o apartheid e revogou leis que protegiam a discriminação racial.

O sinal mais simbólico de mudança permanente veio com a libertação de Nelson Mandela, em 1990. Mandela trabalhou com o presidente para mudar a cara do governo sul-africano. Em 1994, o Arcebispo Desmond Tutu liderou o processo de “Verdade e Reconciliação” , ajudando a fechar antigas feridas. No mesmo ano, foram realizadas as eleições diretas, um movimento emocionante que gerou quilômetros de filas de pessoas que queriam fazer a diferença. Nelson Mandela foi eleito, e após sua aposentadoria em 1999, seu vice-presidente, Thabo Mbeki, foi eleito para seguir os seus passos.

Atualmente, o governo se dedica a mudanças para que as necessidades do povo sejam atendidas. Uma classe média de negros emergente e a dedicação da maioria para consertar os erros do passado são a esperança de que o curso da África do Sul mude para sempre. trazendo a África do Sul para o novo milênio.


 DADOS GEOGRÁFICOS


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DADOS GEOGRÁFICOS:

Localizada no sul do continente africano a África do Sul tem uma área de 1 219 090 (472 359 milhas).Faz fronteira com: Namíbia, Bostwana, Zimbabwe, Moçambique e Swaziland. O reino de Lesotho situa-se a sudeste do país em território sul africano.

A África do Sul tem uma paisagem variada. Na parte ocidental, estende-se um grande planalto composto em parte por deserto e em parte por pastagens e savanas, cortado pelo curso do rio Orange e do seu principal afluente, o Vaal. A sul, erguem-se as cordilheiras do Karroo e, a leste, o Drakensberg, a maior cadeia montanhosa da África meridional. A norte, o curso do rio Limpopo serve de fronteira com o Botswana e o Zimbabwe.

O clima varia entre uma pequena zona de clima mediterrânico, no extremo sul, na região do Cabo, a desértico a noroeste. No Drakensberg há áreas com clima de montanha. O país está localizado na faixa sub-tropical de alta pressão, tornando-o quente e seco. A África do Sul é famosa pelo seu sol, menos freqüente nas estações chuvosas. Abril e maio são mais agradáveis, quando já não há chuvas. No verão a temperatura pode ser superior a 32ºC.

A maior cidade é Joanesburgo. A Cidade do Cabo, Durban e Pretória são outras cidades importantes.

Nos termos da Constituição de 1993 (Lei 200, de 1993) a República da África do Sul ficou dividida em nove províncias: Eastern Cape, Free State, Gauteng, KwaZulu-Natal, Mpumalanga, Limpopo, Northern Cape, North West e Western Cape.

A África do Sul possui 3 capitais: Executiva ( Tshawane  – antiga Pretória), Legislativa (Cidade do Cabo) e Judiciária (Bloemfontein).

A África do Sul é um dos maiores produtores de ouro e diamantes.

A África do Sul é conhecida como a “nação arco-íris, pela diversidade de raças.

Brancos (comunidade européia, principalmente holandeses e ingleses) 5.4m (12%) Coloridos (mestiços) 3.8m (8,5%) Asiáticos (chineses, indianos) 1.2m (2,5%) Negros (grupos étnicos : Zulu, Sotho, Tswana, Xhosa, Tsonga, Swazi, Venda, Ndebele) 34.3m (77%)

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Clima: A África do Sul está no mesmo meridiano dos Estados do Paraná e Santa Catarina. Suas estações climáticas são bem definidas e no mesmo período do Brasil. Qualquer época do ano é boa para visitar o país, mas considerando as reservas animais, o ideal é de setembro a novembro, primavera, quando a vegetação das savanas está baixa e se torna mais fácil ver os animais.

Na Cidade do Cabo, a temperatura mínima média, registrada  ( em julho ) é de 7 graus centígrados, enquanto a máxima média, registrada  ( em fevereiro ) é de 27 graus centígrados.

Em Durban,
onde a temperatura costuma ser mais moderada do que qualquer outra cidade
sul-africana, a mínima média é de 11 graus centígrados (em julho) e a máxima
média é de 28 graus centígrados (de janeiro a março).


Em Johanesburgo,
a mínima média é de 4 graus centígrados (em julho) e a máxima média é de 26 graus centígrados (em janeiro).  Nas savanas os dias podem ser bem quentes e as noites bem frias.

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Idiomas: A África do Sul possui 11 línguas oficiais, mas predominam o Inglês e o Africanêr, uma língua derivada do holandês.

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Fuso horário em relação ao Brasil : 4 horas no verão e 5 horas nas demais estações

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Melhor época para visitar a África do Sul: A África do Sul é maravilhosa durante o ano todo, mas a melhor época para visitar a savana é na primavera, quando a vegetação não está tão densa e fica mais fácil avistar os animais.  A melhor época para visitar a Cidade do Cabo é de julho a novembro, quando as baleias migrantes aparecem mais.  Os visitantes devem evitar as atrações mais populares em feriados como Natal e Páscoa, época em que os sul-africanos estão de férias.

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Pontos de interesse: O país todo é uma verdadeira atração turística. Há várias reservas animais como a do Kruger
National Park ( a maior ) a de Pilanesberg entre outras. O complexo de lazer de Sun City  e as cidades de  Johannesburg, Pretória, Durban, Port Elizabeth, Rota dos Jardins e Capetown, uma das mais bonitas cidades do mundo. As cidades sul-africanas oferecem um sem número de atrações.

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COMO IR

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Rotas Aéreas: A companhia aérea que faz a rota Brasil-África do Sul
é a South Africa Airways, com uma frequencia diária, com saída de Guarulhos às
18h30. Possui ainda outro vôo saindo de madrugada 3 vezes por semana. O tempo de vôo na ida é de 8:15min e na volta de 10:00h.  Ventos fortes fazem com que o tempo de vôo na ida seja menor.

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Aeroporto: A África do Sul possui 9 aeroportos: Os três principais  são: o de Johannesburg que está situado a  25 km de Johanesburg, o de Cape Town e o de Durban. Há vôos freqüentes para as principais cidades. O aeroporto internacional de Johannesburg é o ponto de entrada para muitos turistas.

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Volumes de Bagagens a partir do Brasil: 2 peças de até 32 Kg cada uma para serem despachadas.

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Bagagem de Mão: Soma total igual a 115 cm e peso não excedente a 5 quilos.

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Limites Alfandegários: 400 cigarros, 255 gramas de tabaco, 50 charutos, 1 litro de bebida alcoólica, 2 litros de vinho, 300 ml de perfume, 1,5 litro de água de colônia. Presentes, lembranças e outras mercadorias até o valor de R500 são permitidos.

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Documentação de Viagem: Brasileiros necessitam de passaporte válido com o mínimo de seis meses  e três folhas em branco.

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Vacinas- Brasileiros precisam tomar a vacina contra a febre amarela.

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Vistos para brasileiros: Não é necessário visto para brasileiros.


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MOEDAS E DESPESAS

Moeda:

Rand Sul Africano. As notas vêm em R10, R20, R50, R100 e R200.

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Câmbio:  Travellers cheques e notas de dinheiro estrangeiro podem ser trocados nos aeroportos, bancos e hotéis. As oscilações no mercado de taxa de câmbio estrangeiro refletem nas taxas cotadas dia a dia.

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Impostos: Uma imposto  de 14% , camado de VAT  ( value added tax) é acrescentado a mercadorias sul-africanas. Estrangeiros têm direito a pedir reembolso, desde que as mercadorias somem 250 Rands. Antes de deixar o país, dirigir-se aos escritórios de VAT refunds nos aeroportos, portos, postos fronteiriços e alguns shoppings. Nos aeroportos o reembolso é imediato.

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Cartões de Crédito:  A maioria dos cartões de crédito e  travellers cheques  ( cheques de viagem ) são aceitos nas grandes cidades.

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Gorjetas:  De 10% a 15% sobre a conta em restaurantes. Maleteiros ganham entre R6 e R10 por mala. Camareiras cerca de R20 por dia. Guias de safária ( rangers ) ganham mais. Cerca de R50 por dia.

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Horário Bancário: De 9:00 às 15:30 de segunda a sexta-feira e de 8:30 às 11:00 no sábado. Há caixas  eletrônicos ATM
em vários shoppings nas grandes cidades.

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Horário Comercial: As lojas ficam abertas  das 8:30 às 17:30 e até às 13:00 no sábado. Nos Shoppings Centers das grandes cidades,  o horário de fechamento pode ser mais tarde.

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INFORMAÇÕES PARA O TURISTA

Dicas de Segurança:  A maioria dos lugares na África do Sul é segura. Além disso, as pessoas são muito calorosas e simpáticas.  Mas, como em qualquer país, há certas áreas onde a segurança pública  é um problema, incluindo o centro de Johanesburgo e algumas áreas de Soweto, Pretória e Cidade do Cabo.  Os turistas são aconselhados a não freqüentarem essas áreas sozinhos à noite.  Em todas as outras áreas, o turista deve seguir o bom senso, como não usar jóias que chamem a atenção e não aparentar estar perdido.

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Hospitais: Os hospitais particulares na África do Sul estão entre os melhores do mundo.  Na verdade, os médicos do Hospital Groote Schuur na Cidade do Cabo fizeram o primeiro transplante de coração do mundo em 1967.  Os hospitais particulares são mais modernos do que os públicos e menos cheios.  Os turistas são aconselhados a procurar um hospital particular no caso de emergência.

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Seguro Viagem: É importante viajar com  um seguro viagem.  A maioria dos hospitais exige dinheiro como forma de pagamento, e muitos planos de saúde podem não reembolsar as despesas efetuadas fora do Brasil.

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Roupas ( O que levar ): As temperaturas podem variar muito na África do Sul.  Às vezes, os residentes da Cidade do Cabo vêem as quatro estações no mesmo dia.  Por isso, os visitantes devem levar roupas leves que possam ser vestidas umas sobre as outras, além de um casaco.  Na África do Sul, o traje é casual, mas alguns restaurantes mais caros pedem um estilo mais formal.

Para os safáris aconselha-se levar roupas claras para não chamar a atenção dos animais, chapéus para  se proteger do sol, filtro solar, repelentes e um casaco para se proteger do frio nos safáris do início da manhã e do fim da tarde. Um binóculo para poder avistar os animais e uma máquina fotográfica são objetos indispensáveis.

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Compras: O artesanato sul africano é bastante variado. Há esculturas em madeiras, tapeçarias, bijuterias e ovos de avestruzes pintados. Máscaras de madeiras representando as várias tribos africanas também são muito interessantes. Há vários mercados para a venda de artesanato. Na cidade de Cape Town há o Green Market que funciona em uma praça no centro da cidade. Abre diariamente até às 16:30. Um outro grande mercado é o Green Point que funciona aos domingos. Não esqueça de pechinchar nos mercados.

Um bebida típica da África do Sul é o licor Amarula, produzido com uma fruta Marula que existe na África do Sul e é muito apreciada pelos elefantes. Uma boa lembrança para seus amigos!

Nas grandes cidades há grandes shoppings. Na Cidade do Cabo o  Waterfront  é o mais visitado. Em Johannesburgo  os mais famosos  são o  Rosebank e o Sandton. Onde se pode encontrar lojas de grifes internacionais.

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Voltagem -  220 V. As tomadas geralmente são de três pinos e é preciso um adaptador que pode ser conseguido na recepção de alguns hotéis.

 
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Transportes:

O país é bem dotado de serviços de ônibus, trem, vôos internos domésticos e em todas as grandes cidades há um bom serviço de táxi. Para os que pretendem dirigir é bom saber que a mão no país é a inglesa. Dirigir alcoolizado é uma falta grave e as leis de trânsito são severamente cumpridas. Algumas estradas sul-africanas têm pedágios. Se você pretende dirigir logo na chegada, tenha em mãos algumas moedas sul-africanas. É exigida carteira de habilitação internacional. Os carros podem ser alugados em qualquer um dos nove aeroportos ou através de um agente de viagens. No que diz respeito aos trens, além dos locais,  existem os 2 serviços de luxo: O Blue Train  e o Rovos Rail. Ambos percorrem diferentes itinerários na África do Sul e conquistam com apelo de hotéis-butique. Excelência de serviço, boa gastronomia e o glamour de uma suíte ricamente decorada são encontrados nestes trens. www.bluetrain.co.za e www.rovos.co.za
.


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Culinária:  A cozinha sul-africana  é muito variada, inclui especialidades étnicas com temperos picantes, muito populares em KwaZulu-Natal; cozinha malaia, principalmente em Western Cape; e a cozinha holandesa, também em Western Cape, incluindo pratos com batata-doce e abóbora.
Café da manhã ao estilo inglês e chá da tarde são comuns nos restaurantes dos hotéis na cidade e no campo, e um grande número de restaurantes se especializa em pratos africanos autênticos de vários pontos do país.  O churrasco sul-africano é excelente, experimente! Ele é chamado de “braai”,  tradução literal de “carne grelhada”. Peixes de todo o litoral do país também são bem populares. Nos restaurantes há uma grande variedade de cozinha internacional.


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Eventos Desde as eleições de 1994, os feriados nacionais têm sofrido uma grande alteração. Por exemplo, O Dia da Promessa, que celebra o massacre Zulu, transformou-se em Dia da Reconciliação (16 de Dezembro. O oficialmente celebrado Dia do Soweto, que assinala os motins estudantis que eventualmente levaram à libertação, é agora chamado de Dia da Juventude (16 de Junho).

O grande Festival de Artes ao Vivo ocorre em Johannesburgo durante os meses de setembro e outubro. Este é  o momento propício para ouvir boa música. As ricas culturas do Continente Africano são aqui exibidas por uma enorme variedade de tendas e lojas de artesanato. Pretória é a anfitriã do Festival de Jacarandá, na terceira semana de outubro e do popular Show de Pretória, na terceira semana de Agosto. Os encontros de cricket ou rugby são  considerados um grande acontecimento.

Principais feriados no País:

1º Janeiro  – Ano Novo

21 março   – Direitos Humanos

Março / Abril – Sexta-feira Santa

Março / Abril – Dia da Família

27  abril – Dia da Liberdade

1º   Maio – Dia do Trabalho

16  Junho  – Dia da Juventude

09  Agosto- Dia Nacional das Mulheres

24  Setembro – Dia do Patrimônio

16  Dezembro – Dia da Reconciliação

25 Dezembro – Natal

26 Dezembro – Dia da Boa Vontade.


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Religião: Cristã, Muçulmana, Hindu, Judaica entre outras.

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COMUNICAÇÃO

 

Telefones Públicos: Os telefones públicos azuis funcionam com moedas e os verdes com cartões.

 

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Código para ligar à África do Sul: País  27  Johannesburgo 11 CapeTown 21

 

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Código para ligar da África do Sul  para o Brasil:  0055   Ligação a cobrar parao Brasil: 0800 99 00 55

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Embaixada  e Consulados da África do Sul:

EMBAIXADA DA REPÚBLICA DA ÁFRICA DO SUL  –  BRASÍLIA

SES, Av. das Nações, Lote 6, Quadra 801

CEP 70406-900 Brasília – DF

Telefone – (61) 3312-9500

Fax – (61) 3322-8491

E-mail – brasilia@foreign.gov.za

Site – www.africadosul.org.br

Expediente – segunda à sexta: 8:00/13:00 hs e 13;30/17:00 h | quartas-feiras:
8:00/13:00 h

Setor Consular: das 8:00 às 12:00 h

CONSULADO GERAL DA ÁFRICA DO SUL

Av. Paulista, 1754 – 12º Andar

01310 920 – São Paulo/SP – Brasil

Tel.: +55 11 3265-0449

Fax: +55 11 3285-1185

Embaixada e Consulado do Brasil na África do Sul:

EMBAIXADA  DO BRASIL
PRETÓRIA

Chancelaria:

177 Dyer Road

Hillcrest Office Park

Woodpecker Place

1st floor

Hillcrest

Pretoria

0083

Endereço Postal:

Suite 91

Private Bag X1

Menlo Park

Pretoria

0102

 

Telefone:

+ 27 (12) 366.52.00

Celular de plantão:

(casos de emergência)

+ 27 (82) 653.64.68

Fax:

+ 27 (12) 366.52.99

e-mails:

Setor Consular:

consular.pretoria@itamaraty.gov.br

visa.pretoria@itamaraty.gov.br

Setor de Administração:

pretoria@itamaraty.gov.br

administ.pretoria@itamaraty.gov.br

Setor Comercial:

secom.pretoria@itamaraty.gov.br

Facebook:

http://www.facebook.com/Brasemb.Pretoria

Grupo de e-mails:

http://groups.google.com/group/embaixada-do-brasil-em-pretoria

 

Consulado Geral do Brasil – África do Sul

Endereço:Saphmarine Building, 7th fl.
22, Riebeek Street

Cidade:Cidade do Cabo

Cep: 80001

Telefone: (00xx2721) 421-4040 / 41 /
42

Fax:(00xx2721) 421-1216

Email:
brconsct@cis.co.za

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PRINCIPAIS DESTINOS TURÍSTICOS


CIDADES CAPE TOWN ( CIDADE DO CABO )

Cape Town situada na base da Montanha da Mesa (Table Mountain) é considerada por muitos como a cidade mais bonita da África e uma das cidades mais bonitas do mundo. Sua população é de 2,6 milhões de  habitantes. Fundada em 1652, Cape Town é considerada ainda o coração histórico e cultural da África do Sul.

Com sua localização privilegiada com acesso fácil para o Cabo da Boa Esperança, para o Garden Route ( Rota Jardim ), para as regiões vinícolas do Cabo ( Stellenbosch, Paarl, Franschhoek );
Orgulha-se também do seu cenário maravilhoso, constituído pelo Table Mountain, pelas suas costas de praias com areias brancas, pelas suas paisagens variadas com rios e flora única.

Se juntarmos isto aos seus verões quentes e as seus habitantes simpáticos, isto faz de Cape Town um destino preferido para qualquer pessoa. O point da cidade  , Waterfront,   antigo cais da cidade  hoje abriga dezenas de restaurantes, bares, lojas, shopping centers e hotéis.

 

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Table Mountain:

Esse ponto de referência único aparece sobre a Cidade do Cabo e contribui para o caráter encantador do local. Seu topo de aparência achatada está a mais de 1.000 metros acima da cidade e é normalmente coberto por camadas de nuvens chamadas de “toalha de mesa” pelos locais. Os turistas podem subir e descer a montanha a pé ou  de bondinho. As vistas da montanha são magníficas e assisitir ao pôr-do-sol do seu topo é, certamente, uma experiência inesquecível. Note os “dassies”, pequenos animais assemelhados à marmota, que, contudo, possuem parentesco distante com os elefantes.

tablemountain ÁFRICA DO SUL

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Castelo da Boa Esperança:

Construída entre 1.665 e 1.676
pelos holandeses e cercada por um fosso, para protegê-la de ataques externos,
essa bela fortaleza possui calabouços e câmaras de tortura impressionantes. Uma
das mais antigas construções da Cidade do Café.


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Robben Island:

Com o passar dos anos, Robben Island já foi uma estação para a pesca de baleias, base militar, instituição para doentes mentais, posto de correio e presídio. Apesar de a ilha já ter tido vários residentes famosos, apenas um faz do local uma atração popular: Nelson Mandela. O ex-presidente sul-africano passou 18 dos 27 anos que ficou preso em Robben Island. Homens que estiveram com ele na prisão mostram aos turistas a cela onde Mandela ficou e outros lugares interessantes. Esse passeio é muito emocionante e deve estar no roteiro de todos os turistas que vão à África do Sul. Deve-se comprar a passagem para o passeio de barco antecipado pois a ilha é  muito procurada pelos turistas.  


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Victoria & Alfred Waterfront:

Considerado um dos empreendimentos imobiliários mais bem sucedidos do mundo, o Victoria & Alfred Waterfront
combina bistrôs, cafés e as atividades do porto, num clima muito charmoso.
Centenas de lojas, salas de cinema, restaurantes e bares dividem o espaço
restaurado do que um dia foi armazém do porto. Tudo é conectado por passarelas
para pedestres. Seu anfiteatro tem música ao vivo quase que diariamente e alguns
dos melhores hotéis da Cidade do Cabo estão ali localizados.


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Cape Península:

Qualquer turista que vem à Cidade do Cabo deve incluir um passeio até a Cape Península, que fica ao sul da Cidade do Cabo e termina no oceano Atlântico. Situado no extremo sul da península fica o

Cabo da Boa Esperança
, uma parte do Cape Peninsula National Park que compreende mais de 7.700 hectares de colinas, trilhas para caminhadas e praias desertas. Aqui, os visitantes estabelecem contato com um grande número de animais selvagens, incluindo elas, avestruzes e babuínos. Ainda na península, visitantes podem subir no mirante do Cape Point e admirar a vista que normalmente só os
pássaros têm.


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Boulders Beach:

Aqui, turistas vão se encantar ao observar a colônia de pingüins africanos que chegaram em 1982 e se instalaram na praia. Boulders é um dos poucos lugares do mundo onde esses animais podem ser observados de perto, passeando livremente por este ambiente natural preservado. A caminhada do estacionamento até a praia também é ótima, com diversas barracas com artesanato africano.


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Camp’s Bay:

Os turistas vão adorar esse balneário com várias praias e ótimos restaurantes e bares. A montanha conhecida como “Doze Apóstolos” é um belíssimo pano de fundo para qualquer atividade de férias.


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District Six Museum:

Esse museu é um monumento sobre os horrores do apartheid. O District Six Museum é dedicado a uma área vibrante e multicultural de uma cidade que foi declarada como “zona branca” em 1966 e terraplenada nos anos 70. A principal atração do museu é uma escultura feita com placas de ruas resgatadas dos entulhos e um mapa da cidade feito à mão. Outras obras atraentes incluem um pedaço de tecido onde há mensagens escritas à mão e a recriação de uma casa típica daquela área, chamada de Distrito Seis.


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Bo-Kaap:

Também conhecido como o Quarteirão Malaio, o Bo-Kaap
era uma área histórica para a população islâmica escrava que morava na cidade.
Hoje, a área continua sendo muçulmana, e turistas podem passear pelas ruas
estreitas de pedra e observar as maravilhosas mesquitas e as casas coloridas de
tetos achatados. Profissionais jovens já começaram a se mudar para essa área e o
distrito está ficando famoso entre a população gay da cidade.


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Kirstenbosch National Botanical Gardens:

Situado no lado leste da Table Mountain, esse jardim é perfeito para um piquenique com queijos, pães e vinhos locais. O número de espécies de plantas que nascem aqui é impressionante: 8.000, incluindo o fynbo, uma vegetação resistente que é considerada o mais antigo e diversificado reino floral do mundo. Há várias trilhas para caminhada pelo jardim, além de várias amostras de plantas sul-africanas que não podem ser plantadas fora daqui.


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Greenmarket Square:

Este é o local perfeito para quem procura presentes para a família e para os amigos que não participaram da viagem. Aqui, comerciantes vendem uma grande variedade de jóias africanas, objetos de arte, artesanato e tecidos. Para aqueles que precisam recarregar as baterias, vários cafés estão nos arredores do Greenmarket Square.  

 

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Two Oceans Aquarium:

Não se engane: esse não é um aquário qualquer. Situado no Victoria & Alfred Waterfront, o Two Oceans Aquarium é o maior da África e abriga mais de 3.000 animais. Além das lições sobre a vida marinha dos oceanos Atlântico e Índico, o aquário criou uma exibição de tubarões predadores e arraias. Além disso, crianças poderão participar de uma experiência interativa com animais como estrela-do-mar e ouriços-do-mar.

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Groot Constantia:

Para os turistas que não têm tempo para dirigir por 45 minutos até as
vinícolas nos arredores da Cidade do Cabo, Groot Constantia é a alternativa perfeita. A apenas 20 minutos da cidade, a propriedade é considerada um monumento nacional e é conhecida pelo vinho tinto que produz, principalmente o Gouverneurs Reserve, feito de uvas cabernet sauvingnon, com pequenas quantidades de merlot e cabernet franc. Há dois restaurantes na propriedade, mas os visitantes podem trazer cestas de piquenique e relaxar.

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Stellenbosch pode ser facilmente visitada com uma excursão,
que incluirá, provavelmente, uma ou mais vinícolas. A cidade foi fundada em
1.679, sendo a segunda mais antiga da África do Sul. Sua arquitetura é marcada
por construções vitorianas e holandesas.

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JOHANESBURGO

Johanesburgo é um antigo campo de mineração que em menos de um século se
transformou em uma metrópole e foi declarada cidade em 1928. Como qualquer
grande metrópole moderna, tem edifícios altos, uma rede rodoviária complexa, uma
metrópole de indústria e um comércio crescente. A formação de Soweto (
abreviatura de Município Sudoeste ) situado fora de Johannesburg é resultado da
reinstalação da população negra sul africana. Uma cidade que aloja 3,5 milhões
de pessoas. Graças a sua proximidade com Johannesburg, Soweto é o Township mais
metropolitano, marcando sua diferença na moda, música, dança e língua.

johannesburg ÁFRICA DO SUL

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Soweto:

Os turistas que vierem a essa enorme township poderão visitar
vários locais relacionados à época do apartheid, incluindo a antiga residência
de Nelson Mandela; o Freedom Square, onde a Freedom Charter (carta de liberdade)
foi apresentada à população; o memorial Hector Peterson, um tributo à primeira
vítima das rebeliões de 1976; a igreja Regina Mundi Roman Catholic Church e o
Wandie’s Place, uma taverna reconhecida internacionalmente.


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Gold Reef City:

Situada a 14 quilômetros ao sul do centro de Johanesburgo, Gold
Reef City é a recriação de uma cidade da virada do século passado, quando a
febre do ouro começou. A cidade foi construída perto da mina número 14, que
tinha mais de 700 metros de profundidade e era uma das mais ricas do mundo,
produzindo 1.500 toneladas de ouro. Esse recorde foi mantido até 1978. Outras
atrações em Gold Reef City incluem apresentação de coreografias ao estilo
can-can.


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Rosebank Mall:

Dentro do shopping, lojas finas e elegantes são uma tentação. Há
ainda uma área ao ar livre no meio do shopping onde os visitantes podem almoçar
ou apenas parar para tomar uns drinques. O complexo de cinemas apresenta
lançamentos do mundo inteiro. Nos domingos, o Rosebank Mall se enche de vida com a feira
que apresenta louças e objetos em cerâmica, produtos em couro, bonsai, roupas,
pães caseiros, queijos, bolos e muito mais. Músicos e dançarinos africanos
garantem o entretenimento para os visitantes.


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Oxford Road:

À noite, bares, casas noturnas e restaurantes fazem dessa rua uma
verdadeira atração para quem procura diversão.

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Sandton Square:

Construído à semelhança de uma praça italiana, esse quarteirão
apresenta lojas, padarias e restaurantes italianos, além de uma sorveteria à
moda antiga.

sandton ÁFRICA DO SUL

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Everard Read Gallery:

Essa galeria particular de Rosebank, especializada em
quadros e esculturas sobre a vida selvagem, é uma das maiores do mundo e
representa vários artistas sul-africanos de talento.


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Rural Craft:

Essa loja apresenta uma ampla seleção de tecidos feitos por
mulheres do campo de descendência tribal, bem como uma grande coleção de
bordados das tribos Xhosa e Ndebele.

rural ÁFRICA DO SUL

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PRETÓRIA / TSHWANE

pretoria ÁFRICA DO SUL

Capital administrativa da África do Sul. Muitos edifícios históricos podem
ser visitados nesta cidade que é conhecida pelas suas avenidas de árvores de
jacarandá, arquitetura fascinante e pelos seus museus com grande importância
histórica. Fica a 53 quiilometros ao sul de Johannesburgo.

Pretória foi batizada em homenagem a Pretorius, herói dos boers ( fazendeiros
pioneiros, que chegaram ao país no século 17 vindos da Holanda ) . Agora o nome
desta cidade foi mudado para Tshwane.

Pretória é considerada como a casa original da comunidade Afrikaans,
especialmente daqueles que eram contra a dominação britânica.

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Union Buildings:

Hoje, esse complexo de prédios serve como a sede
administrativa do país e é de onde o presidente Thabo Mbeki despacha. Os
visitantes podem passear por entre os prédios e jardins, de onde a vista da
cidade é absolutamente maravilhosa.

union building ÁFRICA DO SUL

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Jacarandás:

Os jacarandás, cujas flores roxas desabrocham na primavera, são a
marca registrada de Pretória e podem ser admirados por toda a cidade nos meses
de setembro e outubro.

Church Square: Verdadeiro coração de Pretória, é uma bonita praça circundada
pelos mais belos edifícios da cidade, dentre os quais a Prefeitura, o Palácio da
Justiça e a Administração Provincial; em seu centro encontra-se uma estátua de
Paul Kruger, além do Café Riche, onde podem ser saboreadas deliciosas tortas.
Visite o centro comercial.

Jacaranda ÁFRICA DO SUL

Melrose House:

Uma verdadeira representação do estilo vitoriano, essa casa é
uma das mais belas do país e tem colunas de mármore, pisos de mosaico e
maravilhosas janelas de vitral. O Treaty of Vereeniging, tratado que deu fim à
Guerra Anglo-Boer (1899-1902), foi assinado nessa casa.

melrose ÁFRICA DO SUL

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Krugerhuis Museum:

Aqui viveu Paul Kruger, presidente da República do Transvaal
entre 1.883 e 1.902. Em 1.899, eclodiu entre os colonos holandeses e os ingleses
a Guerra dos Boers, marcando com batalhas sangrentas a disputa do rico
território sul-africano; em 1.902, o Presidente Kruger foi mandado para o
exílio, onde veio a falecer em 1.904; sua casa foi totalmente preservada, com
móveis e utensílios domésticos autênticos.


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DURBAN

Localizada no Oceano Índico, Durban é a mais africana das cidades
sul-africanas, pois seu clima extremamente quente contribui para torná-la o
retrato fiel da África na imaginação das pessoas, imagem essa enfatizada por
seus impressionantes mercados de rua. Outro atrativo de Durban são as ótimas
praias, que costumam ficar repletas de surfistas. Uma grande comunidade indiana
se faz presente, o que favorece o enriquecimento da cultura em todos os seus
aspectos, especialmente na culinária.

durban ÁFRICA DO SUL

Durban é uma enorme cidade subtropical, situada na província nordeste de Kwazulu
/ Natal. Desde 1850 tem sido um dos portos mais importantes e alberga a maior
comunidade de descendentes de hindus do país. Hoje é conhecida como a cidade do
divertimento para os turistas, com uma animada vida noturna. O clima ( e a água
também , devido à corrente do Cabo das Agulhas ) mantêm-se quente durante o ano
inteiro, arrastando multidões para o grande cordão de praias de surf. Além da
faixa de areia, os Durbs têm bastante para oferecer. Os impressionantes
edifícios da Câmara Municipal, uma Galeria de Arte, detentora de uma boa coleção
de trabalhos contemporâneos nacionais e o Museu de Ciências Naturais ( vá ver
uma magnífica coleção de baratas ). Ainda no centro da cidade, fica o Museu de
História Local, com interessantes exposições sobre a vida colonial e o Centro de
Artes Africanas, que exibe excelentes trabalhos dos artistas rurais.

A Zona Hindu, a oeste do centro da cidade, tem uma agitação e vida que falta na
maioria dos outros distritos comerciais da África do Sul. O Mercado de Victoria
Street, a Mesquita de Juma, a maior do hemisfério sul e o Templo Hindu de
Alayam, o maior e mais antigo da África do Sul, são atrações obrigatórias.
Infelizmente, durante a noite a zona não é considerada das mais seguras.

De frente para a praia, Marine Parade é o foco principal da cidade. A maioria do
alojamento e de locais para comer são aqui , ou nas ruas contíguas. À noite, a
grande maioria das pessoas dirige-se para os restaurantes dos subúrbios ou para
os restaurantes dos grandes hotéis e para as discotecas ao longo da margem. Em
Durban existe um aeroporto internacional e é bem servida por ônibus e trens para
as principais cidades da África do Sul.

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City Hall - A prefeitura foi construída em 1910, em estilo renascentista.

cityhalldurban ÁFRICA DO SUL

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O Relógio da Gama – O monumento vitoriano fica no Victoria Embankment, foi um
presente do governo português em 1997 quando foram comemorados os 400 anos da
descoberta e batismo de Natal por Vasco da Gama.

vascodagama ÁFRICA DO SUL

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Africana Museum - Fica na Marriott Road e tem uma importante coleção de
artesanato zulu.

museum africa ÁFRICA DO SUL

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African Arts Centre – Localiza-se na GuildHall Arcade e vende artesanato.

artesanato ÁFRICA DO SUL

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Jardim Botânico – Está em Sydenham Road e tem uma estufa de orquídeas exóticas.

orquideas ÁFRICA DO SUL

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SUN CITY

Uma extraordinária criação do Sr. Sol Kerzner, situada a 180 km a noroeste de Johannesburg. Um enorme complexo de entretenimento situado no coração de um
antigo vulcão é um reino de prazer num clássico cenário africano.

Não há nada no mundo que se compare com o prolífico esplendor do THE PALACE,
decorado em grande estilo. Trata-se de um palácio e não de um grande hotel.
Apesar de toda a riqueza, os animais também estão presentes em mesas, espelhos,
colunas, esculturas. O reino animal é utilizado e reconhecido pelas mãos de
talentosos artistas.

No Complexo de Sun City há 5 hotéis: The Palace ( 6 estrelas ) Cascades ( 5
estrelas ) Sun City ( 4 estrelas ) e Cabanas ( 3 estrelas) .

Palace of the Lost City: Com suas esculturas de animais selvagens em tamanho
real, o The Palace faz o show em Sun City. Aqui, convidados vivem intensamente e
podem jantar em dois dos restaurantes mais finos do país: Villa Del Palazzo e
Crystal Court.

The Palace of the Lost City Aerial View ÁFRICA DO SUL

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Lost City Botanical Gardens: Aqui, 24 hectares de árvores indígenas e plantas
exóticas podem ser apreciadas em cinco tours diárias.

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Cascades Hotel: Erguido em 1984, esse luxuoso hotel compreende quase 4 acres de
jardins, cascatas e lagos com peixes coloridos. Cisnes, flamingos e pássaros
exóticos passeiam livremente pelos arbustos e por entre as raras cicadáceas, um
tipo de palmeira tropical.

The Cascades Aerial view ÁFRICA DO SUL

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Lost City Golf Course: Esse magnífico campo de golf de 18 buracos inclui um lago
com crocodilos como obstáculo para o azarado 13º buraco.

Valley of Waves: Na época de sua construção em 1979, o Valley of Waves era um
dos mais ambiciosos projetos de parque aquático. Hoje, sua piscina de ondas
contém mais de 7.5 milhões de água e apresenta ondas que se movem a mais de 32
quilômetros por hora em direção à areia, que fica a 122 metros de distância.

The Valley of the Waves Aerial ÁFRICA DO SUL

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Entretainment Center: Inaugurado em 1981 por Frank Sinatra, esse complexo de
entretenimento já trouxe vários artistas mundialmente famosos à África do Sul,
incluindo Rod Stewart, Elton John, Cher, Nathalie Cole e Julio Iglesias.

center 1 ÁFRICA DO SUL

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Kwena Gardens: Esse enorme santuário de crocodilos está situado na entrada de
Sun City e abriga mais de 7.000 feras, incluindo os maiores crocodilos do rio
Nilo presos em cativeiro do mundo: Footlose, Arnold e Rabatale.

crocodilo ÁFRICA DO SUL

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Fazenda de leões: trata-se de uma experiência única, pois os animais são criados
para serem vendidos para reservas particulares e, por isso mesmo, apresentam uma
soberba forma física; o ponto alto da fazenda, contudo, é o cercado dos
filhotes, onde o visitante pode ter contato direto com as pequenas feras, como
se estivesse brincando com um cachorrinho! Aqui vale um conselho: não use suas
melhores roupas e evite artigos sintéticos ou de lã, pois, como a maioria dos
mamíferos, os filhotes possuem dentes e garras afiadas, o que pode danificar os
fios.

leofarm ÁFRICA DO SUL

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Fazenda de avestruzes: aqui é possível saber qual a sensação de montar sobre
esse parente distante dos dinossauros, além de descobrir que seus ovos suportam
uma pressão de até 150kg sem se rachar, equivalendo a 24 ovos de galinha! Ainda
no item “fazenda de criação”, encontra-se nas proximidades uma fazenda de
crocodilos: o ideal é visitá-la nos horários de refeições, seu período mais
ativo. À noite, arrisque a sorte num dos cassinos.

avestruz ÁFRICA DO SUL

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ROTA JARDIM /
GARDEN ROUTE

( ROTA DOS JARDINS )

A rota dos Jardins, bela rodovia entre o mar e a montanha, margeia a costa
sul-africana lá embaixo, na ponta da África onde as forças dos oceanos Atlântico
e Índico se encontram. Estende-se por 374 quilômetros, na rodovia nacional N2,
que liga Porth Elizabeth à Cidade do Cabo. Como o nome diz, ela reúne muitas
florestas e jardins nos seus arredores.

Oficialmente começa no Parque Nacional de Tsitsikamma e vai até a pequena cidade
de Heidelberg. Vale a pena visitar a cidade de Jeffreys Bay, a meca do surf. A
cidade vive em função das ondas e é charmosa, com casinhas coloridas à
beira-mar, lojinhas de surf-wear e gente andando com pranchas de surf por todos
os lados. Ainda na Rota Jardins, fica a foz do Rio Storms, onde está a ponte de
Bloukrans, que possui o maior bungee jump do mundo, reconhecido pelo “ Guiness
Book” : a ponte tem 216 metros, mas o salto é de 160 metros. A parada seguinte é
a pequena Knysna, ( pronuncia-se náisna ) localizada entre a cadeia de Montanhas
Outeniqua e uma vasta lagoa. Uma das principais atrações é o passeio na antiga
maria-fumaça Choo-Tjoe. O passeio completo vai até a cidade de George, dura
cerca de nove horas, ida e volta, e atravessa belas paisagens. É possível ir
parando no meio do caminho, em cidades como Wilderness e Sedgefield, para
apreciar a paisagem.

tsitsikamma ÁFRICA DO SUL

Uma outra parada interessante é Mossel Bay, onde se diz que há sol todos os dias
do ano. Pode-se aproveitar a praia, ou para os mais corajosos, arriscar-se num
mergulho com tubarões. O turista mergulham em gaiolas em alto mar para avistar
os animais. O mês de outubro é bom para apreciar as baleias jubarte que estão na
costa. À noite, uma boa pedida é sair para jantar e experimentar os pratos
típicos da região. A carne de avestruz também é uma boa opção. Se puder, visite
também o complexo Bartolomeu Dias, cujo museu retrata a época das grandes
descobertas e exibe uma réplica em tamanho natural de uma caravela. Outshoorn
tem cerca de 400 fazendas que criam avestruzes e é possível fazer um passeio no
lombo destes animais Entre Knysna e Mossey Bay há pequenas cidades que valem a
pena uma parada como George, considerada o centro comercial da Rota Jardim, onde
se localiza o maior aeroporto e centro comercial. Ostenta um dos mais famosos
campos de golfe da África do Sul.

KNYSNA ÁFRICA DO SUL

O trecho final da Rota Jardim vai até Heidelberg. A cidade de Albertina recebeu o nome de “ berço do aloé “ por ter
grande quantidade desta planta, além de outras plantas que fornece para outras
cidades do mundo. O portão de saída, ou de entrada, da Rota Jardim é a cidade de
Heidelberg que está a 3 horas da Cidade do Cabo. Heidelberg fica a entre o mar e
as montanhas de Langeberg. Esta cidade chama atenção pelo charme de sua
arquitetura, com algumas construções de estilo vitoriano. No centro, há uma
igreja de influência gótica.

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Vinhedos: Ao longo da Rota 62, é possível visitar vinhedos em Montagu, Ashton,
Roberston e Worcester. A fazenda Nuy Valley, em Worcester, recebe visitantes
para passeio com degustação.
Na Rota dos Jardins, pode-se desfrutar de um pouco de tudo: praias, um encontro
com os Big Five num safári, rios, lagos, florestas, cavernas, esportes radicais,
surf.

vinhedo1 ÁFRICA DO SUL

A estrada tem boa sinalização e conservação, mas os brasileiros devem ficar
atentos à direção, pois se usa a mão inglesa, ou seja, dirige-se pela esquerda.
Como os volantes ficam no lado direito, é preciso um tempo para se adaptar.

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ROTA DO VINHO

As condições meteorológicas do Cabo – chuvas no inverno e clima de tipo
mediterrâneo – juntamente com o tipo de solo, variedade de uvas e tipos de
cultivo utilizados nesta região são os responsáveis pela enorme variedade de
vinhos da África do Sul.

As primeiras mudas de parreiras chegaram à cidade do Cabo em 1654, vindos do
Vale do Reno, na Alemanha.
Klein Constantia é a vinícola mais antiga.

barril ÁFRICA DO SUL

Os Vinhedos do Cabo são uma das grandes atrações da África do Sul. Situadas numa
região de paisagens lindas que dá a oportunidade a amantes do vinho de degustar
alguns dos melhores vinhos do país. Além disso, oferece também a oportunidade de
explorar os Manor House (casas senhoriais) de estilo arquitetônico Cape Dutch
( holandesas ). E por fim, poderá desfrutar da saborosa comida numa das muitas
propriedades vinícolas que existem nesta rota.

De acesso fácil de Cape Town – as maiores propriedades vinícolas estão situadas
nas cidades de Stellenbosch, Paarl, Franschhoek, Wellington e Somerset West. Há
várias outras pequenas cidades nesta região. Nos arredores do Orange River ( Rio
Laranja ) e o Norte do Cabo.

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RESERVAS ANIMAIS

O governo administra uma rede de 20 Parques Nacionais (7,7 milhões de hectares)
– a maioria com acomodações para turistas. Abaixo relacionamos alguns destes
parques. Os safáris são passeios em reservas de vida selvagem.

KRUGER NATIONAL PARK

kruger1 ÁFRICA DO SUL

Com seus 2 milhões de hectares, situa-se ao longo da fronteira noroeste da
África do Sul sendo maior do que Israel. É o parque mais conhecido do país e
aloja uma grande variedade de fauna e flora.

Em seu interior existem vários campos de repouso ( restcamps ) com estruturas
variadas, com lojas de conveniência e uma área comum para as refeições. As
opções de acomodações são simples, variam de bangalows, chalets e cottages.
Estes tipos de hospedagem são mais apropriados para os sul africanos, que
normalmente visitam a reserva animal em seus carros e realizam os safáris
dirigindo seus próprios veículos, com vidros fechados, obrigatoriamente.

restcamp ÁFRICA DO SUL

Para o turista estrangeiro, não é o tipo de acomodação recomendável. Existem
diversas reservas privadas fronteiriças ao Kruger National Park, que oferecem a
seus hóspedes todo o padrão internacional de conforto, em lodges de categorias
que variam de turista superior a super luxo, com pensão completa, safáris em
jeep abertos 4 x 4 , piscinas e traslados.

www.krugerpark.co.za

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PILANESBERG NATIONAL PARK

Localizado em uma antiqüíssima cratera vulcânica, o parque de 55 mil hectares
foi aumentado nos anos 80 ao receber 600 animais de outros parques. Está fora da
zona de malária e é ideal para quem tem tempo curto, pois fica a 2 horas e meia
de Johannesburg.

http://www.pilanesbergnationalpark.org/


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MADIKWE GAME RESERVE

Neste belo parque, no qual vastas planícies esparramam-se por 70 mil
hectares, podem-se observar os Big Seven: guepardo e cachorro selvagem
adicionados aos famosos cinco. Atenção: acomodação restrita, apenas lodge de
luxo. Situado na fronteira com Botsuana ( a 3 horas de Johanesburgo ). Malária
não é problema. O parque é exclusivo para os hóspedes.


madike ÁFRICA DO SUL


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SHAMWARI GAMA RESERVE

Aberta em 1992, esta reserva de 20 mil hectares é uma costura de 14 fazendas
diferentes. Animais foram reintroduzidos à área, deixando-a parecida com o que
era há 150 anos – mas muito luxuosa. Shamwari faz parte da requintada rede
Mantis Collection. Fica fora da zona de malária, 70 quilômetros ao norte de
Porth Elizabeth ( Earstern Cape ). O acesso a Shamwari é exclusivo a hóspedes ou
a visitantes que reservam tours antecipadamente.
www.shamwari.com.

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BLYDE RIVER CANYON

Entre as atrações da região Nordeste do país destacam-se o
profundo desfiladeiro e as reservas naturais que o cercam, além
das vistas panorâmicas.

Antigos aventureiros dirigiam-se para esta parte do país em
busca do ouro encontrado nos rios. Hoje os visitantes são
atraídos pela beleza natural e pelas lindas reservas. Aqui o
Blyde esculpiu um profundo desfiladeiro. Alguns quilômetros
abaixo das montanhas Drakensberg elevam-se planícies cobertas de
grama. Nesta área dedicada à preservação situa-se o famoso
Kruger National Park.

Terrenos acidentados, alto índice de chuvas e intenso escoamento
de águas criaram espetaculares quedas-d´água nesta antiga área
de mineração ao redor da cadeia Drakensberg. Aqui há mais
cachoeiras do que em qualquer outra parte da África do Sul.
Muitas podem ser apreciadas em um trajeto de cerca de 100km
entre as cidades de Sabie e Graskop. A maioria está bem
sinalizada e é de fácil acesso por carro.

Durante séculos, o rápido rio Blyde abriu caminho em meio a 700m
de xisto e quartizo, criando um belo conjunto de rochedos,
ilhas, platôs e encostas cobertas de arbustos que formam o
desfiladeiro de 20 km. No fim dele fica a Blydepoort Dam.

Nas encostas das ravinas, cobertas de árvores, vivem grandes
espécies de antílopes, além de pequenos mamíferos, aves,
hipopótomos e crocodilos. Inúmeras espécies de primatas podem
ser encontrados nesta região. Existem diversas trilhas para
caminhadas longas e curtas, e é possível ficar hospedado nos
resorts de Swadini e Blydepoort.

canyon ÁFRICA DO SUL

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LINKS

www.tourismcapetown.com

www.joburgtourism.com

http://www.africadosul.org.br/

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